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— MEMÓRIAS VIVAS 

A vida é 
breve, mas 
cabe nela 
muito mais 
do que somos 
capazes de 
viver.

ENTRADA GRATUITA

[      ]

José Saramago | 1922–2022

Velório Poético


Dia de Finados
 

Tomemos então, nós, cidadãos comuns, a palavra e a iniciativa. Com a mesma veemência e a mesma força com que reivindicarmos os nossos direitos, reivindiquemos também o dever dos nossos deveres.

O texto acima é de José Saramago, num dos Discursos de Estocolmo, quando foi entregue o Prémio Nobel de Literatura ao escritor português, em 1998.

Com ele duas certezas. Na primeira temos ciência que jamais terá suas ideias propagadas e seguidas pelas massas mundo afora. Na derradeira este pensamento o torna desinteressante ao fazer político como o conhecemos.

Mas a Memória Viva de José Saramago resiste veja abaixo uma proposta da qual pode participar:

 

"A partir do apelo que nos deixou, a UNAM (Universidade Autónoma do México) e a Fundação José Saramago (FJS) convocaram em 2015 especialistas em diversas áreas para discutirem, na Cidade do México, uma proposta de Carta Universal dos Deveres e Obrigações dos Seres Humanos, documento complementar à Declaração Universal dos Direitos Humanos.

Após anos de trabalho, de várias reuniões e da adesão de diferentes instituições e cidadãos, em 2018 o documento foi apresentado a diferentes Comissões da ONU e entregue em mãos ao seu Secretário-Geral, António Guterres.

Depois de traduzida para outros idiomas, a Carta Universal dos Deveres e Obrigações dos Seres Humanos está pronta para ser difundida. O objetivo agora é que seja conhecida amplamente, que receba o máximo de adesões de pessoas e instituições, e que se torne um documento com força legal."

 

Para conhecer o documento e apoiar a iniciativa consulte

http://universalcharterofduties.org/

em PORTUGUÊS

Fonte: josesaramago.org

Criada em 2014 pelas mãos

de pesquisadores da obra de José Saramago,

tem periodicidade semestral, é publicada em dois idiomas

(português e espanhol) em edições eletrônica e de

consulta gratuita.

A revista Blimunda é uma publicação mensal, digital e gratuita editada pela Fundação José Saramago. Em dezembro de 2020 foi publicado o centésimo número da revista

Conhecedor do peso da responsabilidade, devido a sua origem humilde, o escritor se tornou crítico, e ser crítico é algo que incomoda.  E quando esta crítica é passada adiante, incomoda ainda mais.

E o José Saramago foi muito além do escrever... ele reinventou a escrita.

Os politicos são a mentira, legitimada pela vontade do povo!

A vida, digo a história da vida de José Saramago, foi relatada, com participação dele, neste sensível documentário.

Somos todos escritores, só que alguns escrevem e outros não.

Na juventude não possuía um livro em casa, o que o levou a ter a biblioteca como um segundo lar.

(...) a sensação

que tínhamos ao termos um livro na mão era passarmos

a ter tudo.*

* Fazendo uma relação entre a juventudo de 1939/40 e os dias atuais e as distrações tecnológicas.

A sua postura firme e contestadora o levou a abandonar Portugal. Escritor que assina livros polêmico e de uma escrita contundente, com a obra

O Evangelho segundo Jesus Cristo o motivador desta ruptura com seu país.

O mau não é ter uma ilusão, o mau é iludir-se.

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Nesta edição uma nova ação toma forma. O autor e sua voz.
O escritor Romênio dos Santos Aphonsus nos apresentando sua obra.

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